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Gramado, 02 de junho de 2014. Boletim N° 17 |
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Dica da Cristina
Farmacêutica Industrial – Empresária
Preparo de Geleias Artesanais com polpa de frutas e outros
Como sugestão pode-se utilizar:
Laranja, bergamota, morango, caqui, mamão, maçã, amora, tamarilo, melancia, ameixa, kiwi, figo, goiaba, manga, pêssego, araçá, gabiroba, pitanga, tomate, berinjela, pimentão, cebola, alho, gengibre, cenoura, pepino e muitas outras, na forma isolada ou combinada.
Equipamentos e utensílios necessários:
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Panela proporcional a 2 kg de geleia, sendo que deverá ser de fundo largo e não muito baixa, com tampa;
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Balança;
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Caneca que resista ao calor, com cabo isolante;
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Colher que resista ao calor de fervura e que seja reta;
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Colher de chá;
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Faca para descascar frutas;
Para ler a receita completa, clique aqui.
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Sugestão do Mendes
Professor de Administração – Sanitarista – Empresário - Escritor
Nossa estrutura social, baseada na culpa e na responsabilidade, não tem dado certo. Jamais, em tempo algum, convivemos com tanta violência. Praticamente todos nós estamos prisioneiros de uma sociedade violenta e irresponsável, gerada pelo comportamento coletivo.
Quando andamos pelas ruas e identificamos problemas sociais, nossa reação é virar as costas, pois achamos que isso não nos diz respeito. Afinal de contas, pagamos impostos e sustentamos governantes que devem assumir a responsabilidade por esses desajustes sociais.
Pessoas empregadas em administrações convencionais são tratadas como crianças e não como adultos responsáveis. A ironia é que, mesmo assim, milhares de outras querem receber este tratamento, pois estão desempregadas.
Mantemos nas prisões outras milhares de pessoas que cometeram pequenos desvios de conduta e tratamos com a maior tolerância os que roubaram muito. Realmente a justiça é cega, pois não vê as injustiças cometidas em seu nome.
Mantemos uma casta de privilegiados que se distraem fazendo discursos e gerando leis inúteis, quando o que deveriam fazer é resolver os problemas sociais. Preferem transformar suas tribunas em balcões de negócios pessoais.
Convivemos com distorções salariais absurdas, pagando privilegiados com recursos arrecadados mediante impostos, pagos pelos mais pobres, quando consomem produtos essenciais.
Convivemos com corrupção, aceitando os portadores de fortunas mal havidas. Para nós isso é um fato consumado e passamos a respeitar o infrator como sendo alguém que merece nossa admiração por ter-se tomado rico. Não interessa mais a origem.
Na verdade, somos muito injustos e pagamos por essa injustiça. Num mundo baseado em injustiças é muito fácil que alguém assuma comportamento antissocial. Na verdade, o comportamento desse indivíduo não é de sua responsabilidade nata, nem atávica, mas sim uma consequência de uma estrutura social absurda. Estivesse ele num mundo justo, certamente seu desvio de conduta, se houvesse, seria muito menor e suportável pela sociedade. Nós mesmos é que criamos a sociedade, ou seja, o meio a partir do qual surgem as aberrações sociais.
A onda de violência que nos aflige e inferniza nosso convívio social é gerada por nós mesmos. Ninguém tem tanta força para ser tão discrepante de uma ordem social vigente. As distorções são desvios de uma estrutura injusta que predispõe à existência desses desvios.
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