segunda-feira, 26 de maio de 2014

Queijo Cheddar e PEC das Domésticas – Entenda a situação e evite erros.

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Gramado, 26 de maio de 2014.    Boletim N° 16
 
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Dica da Cristina
Farmacêutica Industrial – Empresária 
Queijo Cheddar
 
O queijo Cheddar é um dos queijos mais consumidos no mundo. Sua origem remonta ao século XII em Somerset, Reino Unido, em uma região chamada de Cheddar, onde localizavam-se câmaras de maturação com condições ideias para sua maturação. Os colonizadores ingleses levaram a receita para a América onde se tornou o queijo mais popular.

O tradicional queijo Cheddar não é nada parecido com o queijo quase alaranjado que encontramos nos supermercados, já fatiados ou em copos na forma cremosa. Sua cor natural é branca ou levemente amarelada, dependendo da época do ano em que é feito. Quando fabricado a nível artesanal, verifica-se que feito no verão quando o teor de gordura no leite é maior, após maturação possui com uma cor amarelada. No inverno com o leite mais magro, sem que haja correção do teor de gordura, a cor é quase branca, portanto costuma-se adicionar uma pequena quantidade de corante de urucum para que haja uma padronização de cor.

Durante a produção do Cheddar, há uma etapa chamada de “Cheddaring” que é um processo de acidificação rápida obtido com a elevação da temperatura até um ponto ideal, durante a drenagem do soro. Isto resulta em uma massa de queijo com aparência não muito diferente de carne branca de galinha. A massa é então cortada em pequenos pedaços, é feita a salga direta para parar a acidificação e reduzir o soro. Nestas condições a cultura láctea desenvolverá o sabor característico.


Veja a receita do Queijo Cheddar clicando aqui 
 

Sugestão do Mendes
Professor de Administração – Sanitarista – Empresário - Escritor
 
PEC das Domésticas – Entenda a situação e evite erros.

Quando existe uma determinação do trabalho a ser feito, carga horária definida, e dependência econômica, não interessa se o trabalhador é um Empreendedor Individual–EI, nem se ele é empregado de uma empresa prestadora de serviços, nem interessa se ele também trabalha em outros locais, ou se ele era “informal”, ele será, perante a Justiça do Trabalho, alguém que prestou serviços a você e terá direito a tudo o que agora a legislação trabalhista assegura. Isso é certo e nem adianta discutir. Nem gaste dinheiro tentando se defender. Trabalhou, vai receber o que a Lei garante, e alguém vai pagar.

No caso do trabalho doméstico, as pessoas ingenuamente ainda pensam que contratando uma empresa de prestação de serviços estarão protegidas. Negativo! Numa ação trabalhista contra esta empresa, caso ela não pague o que a Justiça determine, você terá de pagar, e até pode tentar depois uma ação contra a empresa, mas geralmente é botar dinheiro fora. No caso das empresas, a realidade é a mesma, pois caso uma empresa terceirize uma atividade, ou parte da produção, para outra que seja sua dependente, as relações de trabalho desta ultima podem ser cobradas da empesa terceirizadora, pois ela usufruiu do trabalho dos empregados da outra. Isso já está consagrado e agora estará sendo aplicado nos trabalhos domésticos.

No caso do Empreendedor Individual – EI há uma proteção que evita esse risco e que é a de não existir dependência econômica. Atualmente é aceito que trabalhando dois dias por semana na sua casa, isso não significa dependência econômica, mas fique atento, pois há alguns projetos de lei querendo acabar com esta possibilidade. Há uma certa lógica nesta questão do Empreendedor, pois ele não estará sendo ”empreendedor’ , caso ele seja dependente de uma relação de trabalho.

Resumindo: Ou se tem um Empreendedor Individual trabalhando no máximo duas vezes por semana, ou se estabelece uma parceria com ele, o que é uma alternativa muito segura e racional. Fora destas alternativas, assinar carteira de trabalho para trabalho doméstico é loucura e não assinar, caindo na ilegalidade, é pior ainda, pois quem paga “mal”, paga duas vezes.

Caso esteja interessado, clique aqui para ter maiores informações. http://recuperandoempreendimentos.blogspot.com.br/


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segunda-feira, 19 de maio de 2014

Saber os níveis de acidez é importante? e Como são as empresas convencionais e como deveriam ser

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Gramado, 19 de maio de 2014.    Boletim N° 15
 
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Dica da Cristina
Farmacêutica Industrial – Empresária 
 
Saber os níveis de acidez é importante?
 
Muitos dos novatos em fazer queijos artesanais ficam surpreendidos ao descobrir que não é necessário equipamentos e instrumentos sofisticados para fazer um bom queijo. Mas talvez chegue o momento em que você queira padronizar ou compreender mais sobre o que está acontecendo durante o processo de fazer queijo e qual a etapa que necessitaria uma ação baseado nas informações obtidas. Vale ressaltar que caso comercialize o queijo fabricado, a padronização e a uniformidade das partidas é um indicativo de qualidade e seus clientes voltarão para comprar mais, pois saberão que terão um produto com as mesmas característica que estão acostumados a consumir.
 
A medição da acidez ou dos níveis de pH durante o processo é um dos recursos para melhorar seus resultados, então como os níveis de pH afetam a fabricação de queijo?

Durante o processo de fabricação do queijo, a lactose do leite é transformada em ácido láctico pela cultura láctea. Este ácido láctico cria sabor e textura que são a assinatura do queijo. À medida que a cultura láctea se multiplica na temperatura e tempo corretos, o nível de acidez da massa aumenta e altera também os valores de pH.  Quando este aumento de acidez chega ao nível desejado é hora de ir para a etapa seguinte da receita.
Leia o artigo completo
 

Sugestão do Mendes
Professor de Administração – Sanitarista – Empresário - Escritor
 
Como são as empresas convencionais e como deveriam ser

Vamos apresentar dois modelos de empresas convencionais e faça sua escolha:

Empresa A –
  • A empresa tem na recepção um quadro divulgando sua missão e valores.
  • As pessoas da empresa, conforme a posição que ocupam dizem: “a minha empresa”, “a nossa empresa” ou “a empresa do(s) home(s)”.
  • Há um sistema de controle de frequência e horário.
  • Seguidamente são colocados avisos com instruções visando comportamentos e/ou procedimentos administrativos.
  • A empresa tem advogado trabalhista.
  • Os que ocupam cargos de chefia ficam dedicados a manter o ritmo de produção, distribuir tarefas, verificar a qualidade, evitar desperdícios e outras atividades de controle inerentes à chefia.
  • Quando a empresa quer destacar um funcionário promove-o para um cargo mais importante para poder pagar mais, sem riscos de enfrentar problemas de equiparação salarial.
  • A empresa costuma manter um bom sistema de comunicações, emitindo advertências ou dando suspensões, como avisos de que algo está mal.
  • Há revista de saída para aqueles que portam volumes.
  • Alguns funcionários participam dos lucros, com distribuição proporcional ao nível salarial. 
  • Há um quadro de cargos e salários e se estimula o progresso funcional, geralmente por indicação da chefia.
  • A empresa convive bem com a renovação de quadros o, que é visto como algo natural e que evita acomodações.
  • Os custos são compatíveis com o setor em que atua, e a empresa não faz “milagres”.
  • Demonstrações de posse ou riqueza que possam gerar constrangimentos são evitadas.
  • São feitas muitas reuniões de chefias e se evita “iniciativas” que não tenham sido aprovadas por quem de direito.
  • Nas festas de fim de ano, se destaca o espírito de harmonia existente na empresa.
  • Os dados econômicos, tais com faturamento, pedidos, estoque, etc. são de conhecimento exclusivo de quem tem de lidar com eles.
  • Cada um deve se ater à sua tarefa, pois se cada um fizer o que lhe compete o resultado será satisfatório.
Clique aqui para a descrição de uma empresa alternativa. www.nossobrasilja.blogspot.com.br/
 

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segunda-feira, 12 de maio de 2014

Receita - Queijo Gouda e Você assinaria este contrato?

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Gramado, 12 de maio de 2014.    Boletim N° 14
 
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Dica da Cristina
Farmacêutica Industrial – Empresária 
 
Receita - Queijo Gouda

O queijo Gouda teve sua origem na Holanda e há referência de sua menção no século XII, na cidade de Gouda onde era tradicionalmente comercializado. É um queijo de massa lavada o que resulta em um queijo mais suave e com uma textura mais cremosa quando jovem, ou pouco maturado.

A finalidade da lavagem da massa é retirar o ácido láctico já produzido pela cultura láctea na fase inicial da receita, assim como remover parte da lactose. A remoção parcial da lactose fará com que a cultura láctea não tenha mais tanta fonte de energia para se multiplicar e produzirá menos ácido lático, o que resultara em um queijo pouco ácido.

Um queijo Gouda jovem,  pouco maturado, apresenta sabor suave e textura cremosa, porém quando mais maturado adquire certa picância pois nem toda a lactose é removida e ainda ocorre alguma multiplicação celular, produção de ácido lático e outros componente que tornarão o sabor mais apurado.

Tipo de leite: leite Integral de vaca.

Pasteurização: 63ºC a 65ºC por 30 min. Resfrie até atingir 38ºC.
 

Sugestão do Mendes
Professor de Administração – Sanitarista – Empresário - Escritor
 
Você assinaria este contrato?
 
Você assinaria um contrato no qual por ser contratante é suspeito de não estar agindo com boas intenções?

Um contrato com centenas de cláusulas que você desconhece?
 
Um contrato no qual o contratado já tem à sua disposição milhares de advogados ávidos por defendê-lo?

Que quando contestado na justiça permite que advogado e contratado se associem gerando um documento eivado de inverdades, praticando estelionato e falsidade ideológica, protegidos pela lei?

Um contrato tão questionável que dispõe de tribunais especiais só para avaliá-lo?

Certamente você jamais assinaria um contrato com essas características. Mas assina. Assina não um só, assina muitos.
 
Por que você age de forma tão irracional?

Essa é uma boa pergunta.


A organização do trabalho na forma de empresa é racional, deve ser estimulada e valorizada.

Todos devem ter possibilidade de trabalhar, pois o  trabalho faz parte da vida das pessoas, dá a elas a inserção social tão necessária. Trabalho, entretanto, é parceria, cabendo a cada um o que sabe fazer.

Condenável é o sistema que inviabiliza que as pessoas trabalhem com dignidade. O sistema que estimula a luta entre empreendedores e processadores, transformando os primeiros em exploradores e os outros em explorados.
 
Você não entende que isso deveria ser diferente?

Transcrito do Blog www.nossobrasilja.blogspot.com.br

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segunda-feira, 5 de maio de 2014

Impermeabilização da casca do Queijo e PEC das Domésticas – Entenda a situação e evite erros

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Gramado, 05 de maio de 2014.    Boletim N° 13
 
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Dica da Cristina
Farmacêutica Industrial – Empresária 
 
Impermeabilização da casca do Queijo

A resina para impermeabilização da casca do queijo, disponível no mercado nacional é um polímero livre de plastificantes , autorizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, e é própria para o uso em queijos.

Apresenta-se na forma de um gel, solúvel em água e facilmente aplicável ao queijo com pincel.

Dentre as vantagens de se impermeabilizar a casca do queijo, podemos destacar:
  • Impedir que fungos e bactérias se fixem e formem colônias;
  • Reduzir a perda de umidade do queijo;
  • Dar um acabamento final ao queijo tornando a casca com um ligeiro brilho, ressaltando a cor natural do queijo.
A casca estará pronta para receber a resina quando, ao colocar a mão sobre o queijo, não se sente mais umidade. Também não há mais a formação de colônias de fungos.

Com auxílio do pincel, aplica-se uma fina camada de resina na parte superior e na metade superior da lateral do queijo. Deixa-se secar, o que demorará cerca de 30 min, dependendo da umidade do ambiente. Repete-se a operação na outra parte do queijo.

Caso a resina esteja muito consistente, pode-se acrescentar um pouco de água, misturando-se bem. A consistência ideal da película é quando for de fácil aplicação com o pincel sem que deixe grumos ou esteja muito líquida.

Quanto menor a forma do queijo, mais rápida a formação de casca. Queijos de forma de 500g normalmente levarão cerca de 2 semanas para que a casca se forme.
 

Sugestão do Mendes
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No caso do Empreendedor Individual, há uma proteção que evita esse risco e que é a de não existir dependência econômica. Atualmente é aceito que trabalhando dois dias por semana na sua casa, isso não significa dependência econômica, mas fique atento, pois há alguns projetos de lei querendo acabar com esta possibilidade. Há uma certa lógica nesta questão do Empreendedor, pois ele não estará sendo ”empreendedor’, caso ele seja dependente de uma relação de trabalho.

Resumindo: Ou se tem um Empreendedor Individual trabalhando no máximo duas vezes por semana, ou se estabelece uma parceria com ele, o que é uma alternativa muito segura e racional. Fora destas alternativas, assinar carteira de trabalho para trabalho doméstico é loucura e não assinar, caindo na ilegalidade, é pior ainda, pois quem paga “mal”, paga duas vezes.



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