terça-feira, 25 de novembro de 2014

Porque fazer seu próprio queijo?

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Gramado, 25 de novembro de 2014.    Boletim N° 42
 

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Porque fazer seu próprio queijo?
 
Fazer queijo em casa não é mais uma atividade tão comum como era antigamente e poucas pessoas, fora do meio rural, fazem seu próprio queijo. Fazer queijo, pode ser aprendido, sem grande esforço e certamente é um alimento saudável no dia a dia e uma atração em uma reunião com os amigos.

Porque fazer seu próprio queijo?

1. É fácil

Fazer queijo é o equivalente culinário a preparar uma elaborada receita Gourmet, mas muitas pessoas não fazem por pensarem ser muito difícil e nem tentam fazer. O processo é fácil já que os passos básicos iniciais de todas as receitas de queijos são iguais, não importa o queijo que queira fazer. Dominando estas etapas básicas, você poderá fazer qualquer tipo de queijo, do mais simples ao mais complexo.

2. No queijo feito em casa, os ingredientes são de sua escolha

Você sempre poderá optar pelos ingredientes que utilizará, como exemplo o tipo do coalho, se é de origem animal, microbiano ou obtido de manipulação genética. Pode optar por não adicionar corante, uma vez que este é um aditivo que ressalta a cor amarelada, que simula um queijo feito com leite gordo.

3. Fazer queijo pode aproximar você ao produtor rural, às vacas e ao campo

Como nem todos os queijos podem ser feitos com leite pasteurizado adquirido no supermercado, tenha um fornecedor do meio rural, que ofereça um leite de boa qualidade. Este contato com o produtor rural, lhe trará informações interessantes, por exemplo: como ele faz queijo, qual a receita, qual a alimentação das vacas em cada uma das estações do ano e como estas diferenças são percebidas no queijo e muitas outras informações.

4. Fazer queijo é barato.

Ao contrário de outros hobbies, você não precisa de grande quantidade de equipamentos sofisticados. Para as partidas iniciais, você encontrará tudo que precisa, em sua cozinha, como panelas, termômetro de cozinha e outros. Como cultura láctea poderá utilizar iogurte. Com esta lista básica e um pouco de esforço poderá ser o início de um caminho em direção a anos de uma deliciosa diversão.

5. Crianças adoram

Crianças adoram comer queijo e também irão adorar ajudar a fazer queijo, pois esta é uma atividade de cozinha na qual poderão participar. Será também uma oportunidade divertida e original de ensina-las sobre as transformações que ocorrerão durante o processo.

6. É delicioso

Não importa o tipo de queijo que você faça, ele sempre poderá ser consumido, mesmo que o resultado não tenha ficado igual ao da receita. Alguns dos mais famosos e raros queijos foram descobertos por acidente. Mesmo que algo tenha dado errado, dessore, tempere, salgue e experimente. Seu queijo pode ter ficado tão bom, que mesmo tentando repetir o erro, poderá não conseguir mais o mesmo resultado. Portanto deguste-o e aproveite.

Livre tradução do artigo publicado em www.culturesforhealth.com/reasons-to-make-your-own-cheese
 
 

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Dicas Técnicas e Gerenciais


Gramado, 18 de novembro de 2014.    Boletim N° 41

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Dicas Técnicas da Cristina


  • Os cuidados de higiene na obtenção do leite começam no local da ordenha. As mangueiras e conexões das ordenhadeiras podem ter cantos de difícil acesso à limpeza e podem ser um ponto de contaminação.
  • Na medida do possível, para fazer queijo e iogurte, utilize sempre leite imediatamente após a ordenha. Caso tenha que utilizar leite da ordenha do dia anterior, logo após a ordenha resfrie imediatamente até 4°C.
  • Pasteurização não “conserta” leite de má qualidade.
  • Quando se faz queijo com leite pasteurizado, utiliza-se cultura láctea. Quando não se pasteuriza o leite, não se utiliza cultura láctea.
  • Ao fazer queijo, providencie e separe os utensílios que precisa para a produção. Uma vez iniciada a partida de queijo, as etapas têm seu tempo certo e não há como interromper, para por exemplo, descongelar a cultura láctea, providenciar o coalho, localizar os utensílios, esperar para sanitizar os dessoradores no momento de enformar a massa.
  • Fazer queijo significa ter tempos de espera, como os 30 minutos da pasteurização, 45 minutos da coagulação, e outras que dependem de cada receita. Use um timer, ou programe o relógio do celular para avisá-lo. Qualquer distração, pode fazer com que perca o ponto da pasteurização, da coagulação, o ponto da massa para enformar, o que irá influir no resultado final. 
  • Não entre em pânico ao ver a primeira colônia de fungos em seu queijo maturado. Esta é uma etapa que todo o queijeiro passará até que a casca se forme. Basta lavar. Maturar o queijo em refrigerador nem sempre é uma boa opção, irá resolver o problema dos fungos, porém não desenvolvera o sabor do queijo.
  • Bons queijos demoram alguns meses para maturar e requerem paciência, mas valerá a pena esperar, mesmo que dê trabalho.
  • Nunca fez queijo? Comece com uma receita simples como um queijo cremoso depois um frescal e depois passe para um queijo mais elaborado.
  • Você é um queijeiro gourmet? Invente, não fique preso a receitas tradicionais, misture culturas lácteas, use temperos, crie um queijo diferente.

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Dicas gerenciais do Mendes

  • Cliente satisfeito é cliente fiel.
  • Obtenha preço melhor satisfazendo o cliente.
  • Racionalizando os custos as vendas aumentam.
  • Não contraia dívidas em bancos.
  • Terceirize o máximo possível.
  • Não tenha nenhum empregado.
  • Evite imobilizações desnecessárias.
  • Comercialize tudo que é produzido.
  • Ganhar dinheiro é difícil, gastar é fácil.
  • O negócio sadio é o que cresce por si mesmo.

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terça-feira, 11 de novembro de 2014

Primeiro leite artificial de vaca chegará ao mercado no próximo ano


Gramado, 11 de novembro de 2014.    Boletim N° 40

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Primeiro leite artificial de vaca chegará ao mercado no próximo ano

Bio engenheiros nos Estados Unidos da América estão desenvolvendo o primeiro leite artificial de vaca, obtido a partir de leveduras geneticamente modificadas. O objetivo é colocar uma opção ambientalmente sustentável no mercado mundial.

No início deste ano foi fundado por dois bio engenheiros - Perumal Gandhi e Ryan Pandya um laticínio startup chamado Muufri. Seus fundadores estão trabalhando no aperfeiçoamento do leite artificial de vaca, obtido de uma variedade especial de levedura, geneticamente manipulada, para produzir proteínas do leite. 

Apelidado de "úbere fora-do-corpo", este método de obtenção é projetado para produzir leite, mantendo o sabor e os benefícios à saúde, iguais aos do leite real de vaca e diferenciando-o de outras variedades alternativas de leite como o de soja, arroz e amêndoa. 

O leite artificial poderá ser utilizado no preparo de sorvetes como é o leite de soja. A popularidade deste sorvete nunca será a mesma que o sorvete feito de leite de vaca, porém poderá terá um sabor aceitável.

"Se queremos que o mundo mude sua dieta passando de um produto que não é sustentável para um que é, este produto deverá ser idêntico ou melhor do que o produto original” disse Gandhi para Linda Qui do National Geographic . "O mundo não vai mudar de leite vaca para os leites à base de vegetais mas, se o nosso leite de vaca pelo menos for igual e com preço certo, a mudança poderá ocorrer."

Gandhi e Pandya, que são veganos, foram inspirados a inventar o leite artificial para reduzir a necessidade de áreas de confinamento superlotados para as vacas, onde são alimentadas constantemente com coquetéis de hormônios de crescimento e antibióticos, e têm suas caudas e chifres removidos. De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura, a produção de leite é responsável por 3 % das emissões anuais de gases responsáveis pelo efeito de estufa.

O leite de vaca sintético é um processo relativamente simples. Ele possui menos de 20 componentes, e é composto por cerca de 87 % de água.  De acordo com John Anderson no Gizmag, o leite Muufri contém seis proteínas para ajudar a formar a sua estrutura, e oito diferentes ácidos graxos para dar-lhe o sabor característico. 

O leite é obtido, através do mesmo processo utilizado pelas empresas farmacêuticas para produzir insulina. O DNA de vacas leiteiras é extraído e determinadas sequências deste DNA são inseridas em células de leveduras as quais são cultivadas em placas de petri de tamanho industrial. Nas condições ideais de temperatura e nutrientes, em alguns dias, as leveduras produzirão leite na quantidade suficiente para ser coletado. 

"Embora as proteínas do leite Muufri venham de leveduras, as gorduras são provenientes de vegetais e estas gorduras são alteradas a nível molecular para espelhar a estrutura e sabor de gorduras do leite", diz Qui a National Geographic. "Minerais, como cálcio, potássio, e açúcares são adicionado à mistura. Uma vez que a composição é aperfeiçoada, os ingredientes formam uma emulsão no leite. "Isto, obviamente, significa que todos os valores nutricionais podem ser alterados por Gandhi e Pandya, e desta forma o leite artificial poderão ser ainda melhor do que o leite normal.

Inicialmente o leite Muufri será mais caro que o leite normal. Gandhi e Pandya esperam eventualmente torná-lo mais barato se sua produção tiver escala industrial. Como este leite não irá conter bactérias como o leite normal, seu prazo de validade será muito maior. Os bio engenheiros esperam lançar o leite artificial no mercado, na metade do próximo ano.

Livre tradução de artigo publicado em  www.sciencealert.com.au/news/20142910-26413-2.html

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Convite por uma vida melhor

As relações de uma empresa com amigos clientes e fornecedores devem ir além dos aspectos comerciais, pois acima de tudo somos seres humanos e, como tal, devemos nos relacionar. 

Aceitem com nosso carinho, o convite para visitarem o site Cem Palavras Espirituais e nos ajudem a divulgá-lo

Cristina & Mendes

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quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Classificação dos Queijos


Gramado, 04 de novembro de 2014.    Boletim N° 39

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Classificação dos Queijos

Podemos classificar os queijos utilizando vários critérios, tais como: sabor, tipo de leite, aroma, textura, teor de gordura, teor de umidade, tipo de casca e tratamento da massa. Uma das classificações mais utilizadas é o grau de maturação e utilizando este critério, podemos dividir os queijos em:

Queijos frescais:

São os queijos que são consumidos logo após seres feitos. Por possuírem um alto teor de umidade, devem ser conservados sob refrigeração e possuem um prazo de validade curto. Dentre os queijos frescais destacamos o queijo Minas frescal, Ricota, queijos cremosos tais como Mascarpone, Quark, Boursin, Cream cheese, e outros.

Queijos macios:

São queijos cuja textura é muito macia e por possuírem um teor de umidade relativamente alto, precisam ser mantidos em temperatura controlada e consumidos em um determinado prazo. Dentro desta classificação temos os queijos com mofo branco, como Brie e Camembert, mofo azul como o Gorgonzola, Roquefort Mozzarella, Prato e outros.

Queijos Semi maturados ou meia cura:

São os queijos jovens, com pouco tempo de maturação, o que os deixa com textura macia e sabor suave. Durante seu preparo a massa do queijo é deixada com um teor de umidade ligeiramente maior que os queijos maturados. Sua massa e casca são elásticas ao toque. Dentro desta classificação podemos citar os queijos: Minas meia cura, Colonial, Gruyere, Gouda, Coalho, Cheddar. Os queijos semi maturados podem ter seu tempo de maturação estendido, e serem enquadrados na categoria dos queijos maturados. Este tempo a mais de maturação deixará seu sabor mais apurado

Queijos Maturados ou duros:

São os queijos que durante o desenvolvimento da receita, a massa é deixada mais seca e ao serem prensados, o máximo de soro é retirado. Seu teor de umidade menor, garante que o produto tenha uma validade maior. Estes queijos podem ser consumidos ainda jovens, porém sua textura será mais firme e o sabor mais suave. Ao serem maturados por mais tempo tornam-se duros e com sabor mais apurado e/ou picante. Podemos citar como exemplo os queijos: Parmesão, Edam, Emmental, Manchego, Pecorino Suiço e outros.

As diferentes classificações são subjetivas e na maioria das vezes os queijos podem ser enquadrados em mais de uma das categorias.

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