terça-feira, 28 de outubro de 2014

Melhore sua Qualidade de Vida


Gramado, 28 de outubro de 2014.    Boletim N° 38

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Melhore sua Qualidade de Vida

Trabalhar muito para quando se aposentar ir descansar num sítio é uma atitude pouco racional.

Viver numa caixa de concreto, respirar ar poluído, se alimentar de produtos industrializados, despertar na hora determinada, para despender muito tempo com transporte, certamente não é racional.

Também não é racional enfrentar a violência urbana, submeter os filhos aos riscos de vícios degradantes, sem nenhum contato com a natureza.

Vender o tempo de vida, fazendo o que precisa fazer e não o que desejaria estar fazendo é um absurdo. Parar na hora determinada, no dia da semana determinado e ter férias quando é determinado, não tem nada a ver com o fisiologismo e somos a única espécie animal que aceita viver assim.

Mudar a proposta de vida é algo que se deve fazer enquanto ainda se tem saúde, sendo um absurdo só fazer isso quando se submeteu o organismo a uma vida artificial, sustentada por medicamentos, que combatem os avisos de que algo está mal.

O que é interessante fazer é aproveitar as novas tecnologias que permitem o acesso às informações e o trabalho à distância e ir viver na zona rural.

Não basta ir morar no interior, é preciso que se vivencie a vida rural, colhendo os frutos das árvores, as verduras que se plantou, respirando ar puro, e trabalhando quando se tem vontade, pois o trabalho é parte da vida e não um castigo que se suporta.

Caso concorde conosco aceite nosso convite e venha a morar no Morrinho da Serra Grande, no condomínio rural que o Sitio Ecológico Etiel está organizando em condições irrecusáveis.

Estamos constituindo um condomínio na mais bela área disponível em Gramado. Seu preço incrivelmente baixo resulta do nosso interesse em participar do destino da área.

São 31 hectares estendendo-se da Serra Grande até Moreira, com vista panorâmica de 360 graus para toda região, com cobertura de 70% de Mata Atlântica preservada, tendo áreas planas disponíveis para cultivos e construções. A área dispõe de diversas vias de acesso, e energia elétrica já instalada. Sua configuração agradável e diferenciada assegura isolamento natural, para resguardo de privacidade e segurança. 

O condomínio rural terá 10 participantes, que tenham consciência ecológica e afinidade de valores. O importante é que sejam pessoas amantes da natureza e comprometidas com sua preservação.

O investimento a ser feito para participar do condomínio é de somente R$120,000,00 para constituição do fundo condominial que destinará R$279.000,00 para aquisição dos 31 hectares, ao preço inacreditável de R$9,000,00 por hectare, assegurando a posse de um módulo rural de 3 hectares.  O restante do valor do fundo condominial será destinado a investimentos na área, a serem definidos pelos próprios condôminos. 


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terça-feira, 21 de outubro de 2014

Defumação de Queijos

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Gramado, 21 de outubro de 2014.    Boletim N° 37
 

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Defumação de Queijos

A defumação é uma antiga técnica de conservação onde também são agregados sabor, aroma e cor ao alimento. Utilizada para queijos, lhes confere um sabor bastante apreciado e como exemplo citamos os queijos Cheddar, Colby, Gruyère, mozzarella, provolone, coalho e outros

Há dois métodos de adicionar sabor, aroma e coloração de defumação aos queijos:

Método tradicional

Neste método os queijos são defumados em câmaras de defumação onde são mantidos em uma atmosfera carregada de fumaça, em temperatura abaixo de 50 graus C, para que não deformem, por um determinado tempo, que pode variar de acordo com o grau de sabor e aroma que se queira conferir ao queijo.

A fumaça mais indicada é a obtida por combustão incompleta de madeira dura, de alta densidade, sem sua casca e não resinosa. As mais comumente usadas são, madeiras de frutíferas tais como cereja, maçã, pera, pêssego. Podem ser usadas também madeiras de nozes como amêndoas, cascas de nozes ou bambu.

A fumaça resultante desta combustão incompleta possui cerca de 200 substâncias diferentes que dão aroma, sabor, coloração e inibem o crescimento de bactérias. O grau das características adquiridas durante o processo ,dependerá do tempo de permanência do queijo na câmara de defumação, distância da fonte de fumaça, quantidade de ar presente e do tipo de madeira utilizada.

Há diferentes tipos e tamanhos de câmaras de defumação. Os defumadores poderão ser comprados prontos ou serem construídos. A escolha do tipo dependerá da quantidade e dos queijos que se irá defumar.

Uso a fumaça líquida condensada:

Mais recentemente foi desenvolvida a fumaça líquida condensada que é obtida pelo aquecimento, a uma temperatura controlada, de madeiras duras. A fumaça resultante deste aquecimento é borbulhada em água resultando um condensado que terá os componentes do aroma e sabor da madeira utilizada no processo de extração.

Há algumas vantagens, que dão preferência a este método de “defumação” em se comparando ao método tradicional. A fumaça líquida é purificada e não tem em sua composição as substâncias cancerígenas existentes na fumaça gerada no método tradicional. Estas substâncias indesejáveis que se formam no método tradicional são liberadas pela queima da lignina da madeira em temperaturas acima de 250 graus C.

O uso da fumaça líquida também possui a vantagem de não precisar de instalações especiais que demandam espaço e custos de manutenção o que torna o processo tradicional mais oneroso.

Também deve ser ressaltado que o uso da fumaça líquida não é um processo poluente, pois não libera fumaça no meio ambiente.

A aplicação da fumaça líquida é simples e pode ser feita de 3 maneiras:
  • Imersão do queijo, após sua maturação, em uma solução de determinada concentração e durante determinado tempo. Após secagem do queijo ele poderá receber o acabamento final.
  • Poderá também ser acrescentada à solução de salmoura e, após imersão, o queijo irá para maturação.
  • Outro método de aplicação é a aspersão ou atomização de uma solução de fumaça líquida em uma câmara ou estufa onde estarão os queijos. 
A intensidade de sabor, aroma e cor dependerá da concentração e do tempo em que a fumaça liquida ficará em contato com os queijos.


 

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terça-feira, 14 de outubro de 2014

Coagulantes para queijo

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Gramado, 14 de outubro de 2014.    Boletim N° 36
 

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Coagulantes para queijo

Coagulante é qualquer substância que coagula o leite e coalho é o termo genérico utilizado para os vários tipos de agentes coagulantes. Basicamente, existem 5 tipos de coagulantes usados para fazer queijo:

1 - Coalho de origem animal - este coalho, ou renina, refere-se a um conjunto de enzimas extraídas do 4° estômago de animais jovens ruminantes (bezerro, porco ou cordeiro, todos em lactação). Sob o ponto de vista químico, o coalho é composto de duas enzimas que quebram as cadeias de proteínas no leite: a quimosina e pepsina. A enzima principal responsável pela coagulação do leite é a quimosina. Alguns consideram que o uso do coalho de origem animal é mais primitivo, porém é uma forma de aproveitar melhor o animal 
abatido. O aumento da produção de queijos faz com que a produção de coalho de origem animal já não atenda toda a demanda e a indústria de insumos para queijos desenvolveu outras opções.

2 - Coalho de quimosina de origem microbiana - é o coagulante produzido através da simples fermentação de um tipo específico de fungos ou leveduras – Aspergillus niger variedade awamori, sem qualquer manipulação genética. Após o processo fermentativo e consequente produção de enzima, é feita a extração da quimosina. Este coagulante é considerado uma enzima que não é derivada de um animal, sendo o mais utilizado. Há informações de que o uso de quimosina de origem microbiana confere ligeiro sabor amargo em queijos de longa maturação.

3 - Coalho de quimosina produzida por manipulação genética - este é um coalho de origem microbiana mais recentemente desenvolvido. É obtido utilizando o gene da célula do animal que produz a renina na cadeia de DNA de uma célula hospedeira de bactéria, levedura ou bolor. Uma vez inserido, este gene inicia a produção da quimosina no microrganismo hospedeiro. Esta cultura que recebeu o gene é cultivada e fermentada e o resultado é uma produção de baixo custo de quimosina. Esta técnica de obtenção é vista como uma melhoria do coalho microbiano. A quimosina pode ser produzida em quantidade ilimitada e resolve algumas das preocupações com coalho microbiano convencional, pois elimina o sabor amargo em queijos maturados. Esta quimosina produzida por inserção gera controvérsias, pois a sua técnica de obtenção pode ser confundida com uma alteração genética. Em defesa da técnica o alegado é que não há uma alteração genética e que há somente a inoculação do gene de uma espécie em outra sem que este gene tenha sofrido uma alteração em sua estrutura de DNA que resultasse uma melhoria de sua função.

4 - Coalho Vegetal - é extraído de algumas plantas como o cardo, figo, semente de girassol, abacaxi (bromelina), mamão (papaína) casca de árvore ou urtigas. Estes vegetais produzem certas enzimas que possuem propriedades de coagulação. Estes são os reais coagulantes vegetais. O uso destes coagulantes vegetais pode trazer alguns efeitos indesejáveis como sabor amargo, sendo seu poder coagulante mais imprevisível, por ser de difícil determinação.

5 - Coagulação ácida - é o tipo de coagulação onde o agente coagulante é um ácido, tal como ácido acético, ácido cítrico, ácido lático. A coagulação ácida também pode ser obtida através da multiplicação da cultura láctea, em condições favoráveis, a qual produz ácido lático. O pH ácido, quer seja por adição de ácido ou por acidificação espontânea (multiplicação bacteriana) irá fazer com que as proteínas do leite percam estabilidade e coagulem. Normalmente este tipo de coagulação é utilizado para queijos do tipo frescal, uma vez que o coágulo obtido possui uma consistência mais frágil, indesejável em queijos prensados.

Os coagulantes podem estar na forma líquida, em pó e em pastilhas e a quantidade a ser usada dependerá da sua concentração ou poder coagulante o qual sempre deverá estar indicado.

Quanto à escolha do coalho, dependerá do tipo do queijo a ser fabricado, disponibilidade no mercado, facilidade de uso, custo, e preferência pessoal.




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terça-feira, 7 de outubro de 2014

Faça Iogurte, Iogurte Grego e Queijo Cremoso

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Gramado, 07 de outubro de 2014.    Boletim N° 35
 

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Faça Iogurte, Iogurte Grego e Queijo Cremoso

Para fazer derivados de leite, sejam, eles iogurtes e queijos cremosos ou, mesmo, experimentar receitas novas de queijos; testar aquela ideia que pode dar certo; fazer queijos para servir para os amigos ou presenteá-los; fazer queijos e iogurtes em pequena escala antes de se aventurar para volumes maiores; ou para quem utiliza derivados de leite como ingredientes em sua produção de tortas e bolos; desenvolvemos o Kit Gourmet Etiel para 15 litros de leite.

O kit gourmet é um modelo para produção em pequena escala e utiliza a mesma tecnologia dos tanques maiores e, como eles, possui parede dupla. o que permite o aquecimento e o esfriamento do leite. Para o aquecimento, é colocado sobre o fogão, da cozinha, ou equipamento similar e, para reduzir a temperatura do leite basta regular a água do banho-maria até a temperatura desejada. É muito prático para se fazer qualquer tipo de queijo ou iogurte.
 
Iogurte
Veja a descrição com foto clicando aqui
 
Tipo de leite:
Pode se utilizar leite integral, semi desnatado ou desnatado. Para desnatar, deixe o leite da ordenha da tarde em geladeira ou resfriador de leite, a 4ºC, durante a noite. No dia seguinte, antes da pasteurização, retire a nata sobrenadante.

Aquecimento do Leite:
Aqueça o leite até 94ºC, deixe por 2 minutos. Esfrie até a 45ºC. Deixe em banho-maria nesta temperatura.

Adição da cultura láctea:
As opções de cultura láctea para fazer iogurte são:
  • Fermento DVS YC-X11 para Iogurte, utilizada na proporção indicada para o volume de leite disponível.
  • Bio Rich, sendo que o recomendado é o uso de 1 envelope para 1 litro de leite. Pode-se adicionar menor quantidade, como por exemplo 5 envelopes para 10 litros, sendo que o resultado é um iogurte menos cremoso, ligeiramente ácido, e que leva maior tempo de coagulação.
  • Caso queira utilizar como fermento iogurte pronto, faça na proporção de uma colher de sopa para cada 5 litros de leite
Em qualquer das opções utilizadas,  misture bem e tampe.
 
Coagulação:
Após 4 horas, verifique a consistência do iogurte.  Caso prefira uma consistência mais cremosa, interrompa o processo, levando a cuba para a geladeira e lá deixe algumas horas.
Para conseguir um iogurte mais firme, deixe mais tempo coagulando, o que pode resultar em um iogurte com aparência de coalhada, um pouco mais ácido, e que dessora mais facilmente.
 
Iogurte Grego e Queijo Cremoso
 
Utensílios necessários:
Para separar o soro do iogurte e obter iogurte grego ou queijinho cremoso, os utensílios são:
  • Forma para queijo frescal;
  • Dessorador que caiba na forma.
Coando o iogurte:
Encaixe o dessorador na forma e coloque o iogurte que será dessorado.

Dessorando o Iogurte:
Ponha o conjunto na geladeira utilizando algum pote transparente, com tampa. Verá que dentro de alguns minutos o iogurte começa a dessorar.

Obtendo iogurte grego:
Deixe dessorar até a consistência desejada para seu Iogurte Grego.

Obtendo excelentes queijos cremosos:
Deixe dessorar até uma consistência firme e mais seca. O queijinho cremoso é uma ótima opção para passar no pão, em substituição da manteiga. Acrescentando temperos ou frutas secas picadas é uma ótima opção para servir com torradas e canapés. O queijo cremoso também pode ser usado em receitas de culinária em geral, em especial para fazer cheesecake, acrescentando creme de leite, pois a consistência fica cremosa e macia, excelente para servir com frutas.

Observações:
  • Caso não tenha uma vaquinha, cabra ou ovelha, a opção é utilizar leite pasteurizado de supermercado, mas verifique o prazo de validade. O melhor é sempre o recém pasteurizado. Aqueça até 94ºC e esfrie até 45ºC.
  • O uso de leite tipo longa vida pode ser tentado, porém devido ao processo de esterilização e o uso de estabilizantes e emulsificantes, nem sempre a cultura láctea se desenvolve, Se optar pelo uso deste leite, somente aqueça até 45ºC.
  • Ao usar leite pasteurizado ou longa vida, caso queira uma consistência mais firme, adicione 1 colher de sopa de leite em pó, por litro de leite.
  • Caso queira utilizar iogurte para semear a próxima partida, não esqueça de reservar certa quantidade
  • Não descarte o soro, pois ele pode ser muito útil. Saiba como clicando aqui .
 


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