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Gramado, 24 de março de 2014. |
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Dica da Cristina
Farmacêutica Industrial – Empresária
Torne mais rentável sua propriedade rural
Uma propriedade rural para ser viável depende da venda do que nela é produzido, sendo que cada item tem seu custo, ao qual deve ser acrescido um valor que vem a ser o lucro do produtor. O objetivo a se atingir é superar o ponto de equilíbrio e tornar a propriedade rentável.
Não se deve ficar restrito a um só produto de comercialização, mas sim optar por vários, o que diminui o risco de prejuízos tão comuns quando se vive da terra e se depende do clima. A diversificação é muito importante, pois a cada novo produto oferecido e comercializado se está, também, agregando valor à propriedade.
Um aspecto a analisar, por exemplo, é verificar o que é mais rentável: comercializar frutas e verduras in natura ou processa-las. Quando processamos frutas, transformando-as em geleias, compotas, doces, conservas, sucos, etc. é certo que estaremos acrescendo o custo de processamento, o que significa que agregamos valor ao produto aumentando as possibilidades de termos lucro.
Algumas vantagens de se agregar valor:
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Um produto in natura é perecível e quando processado terá uma validade maior, podendo ser comercializado por mais tempo e terá um preço diferenciado.
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Há um melhor aproveitamento de frutas que visualmente seriam rejeitadas para venda in natura, porém estão em perfeitas condições de serem utilizadas.
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Durante a safra, quando o preço do item in natura pode cair ao ponto de não valer a pena colher, o processamento é uma alternativa que transforma prejuízo em lucro.
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Podemos também usar a criatividade e oferecer produtos diferenciados, inovando receitas e usando embalagens atraentes.
Tudo isto só é válido se tivermos compradores e veremos, em próximos boletins, alternativas de comercialização.
Conheça nosso produto lider de vendas
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Sugestão do Mendes
Professor de Administração – Sanitarista – Empresário - Escritor
GásCola
Não se sabe bem quando, e como, tudo começou, mas através uma propaganda intensa e inteligente, foi divulgado o lançamento de um novo combustível, a GásCola, para substituir a tradicional gasolina.
Revistas técnicas passaram a publicar pesquisas que asseguravam que os aditivos utilizados pela GásCola incrementavam o desempenho do motor, reduziam o ruído, e geravam um escapamento cheiroso.
Com apoio de uma campanha publicitária inteligente e intensa a marca GásCola tornou-se muito popular e valiosa, e o novo produto substituiu a tradicional gasolina, ainda que custasse bem mais.
Como o uso da GásCola tornou-se quase universal, o fato dos motores dos carros passarem a apresentar problemas que antes não tinham, tais como redução da potência, entupimento de tubulações, desgaste da bomba injetora, tremores por descontrole do motor, etc., surgiram aditivos que minimizavam os problemas, tendo surgido a indústria farmacar, especializada em gerar produtos para corrigir os problemas apresentados pelos carros.
Alguns destes produtos, entretanto, causam novos problemas, num círculo vicioso inacreditável, e tornou-se natural a recomendação de Testes Periódicos para identificação prematura dos problemas, facilitando intervenções corretivas, com eventual substituição de algum componente mais afetado.
Carros mais valiosos passaram a ser levados para os SPACar onde, mediante um cuidado muito especial por algum tempo são abastecidos com gasolina, até que melhorem os sintomas das disfunções apresentadas.
O incrível dessa história é que, mesmo assim, a volta do uso da gasolina não é recomendada como a alternativa lógica, o que pode ser atribuído ao fato da nova situação ter gerado um elenco de produtos, instalações e profissões, com grande poder econômico.
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