terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Retrospectiva de alguns artigos

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Gramado, 30 dezembro de 2014.    Boletim N° 47
 
 
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Estratégia de Mercado

Uma boa estratégia de comercialização é vender seu queijo artesanal para hotéis, restaurantes e lanchonetes, onde seu produto será utilizado para consumo dos clientes no próprio estabelecimento comprador.

Esses grandes consumidores aproveitarão a comodidade de ter um fabricante de queijo que poderá desenvolver um produto de acordo com as necessidades da cozinha e a preferência dos clientes.

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O que fazer com o leite produzido?

Depende da quantidade produzida. Vender pequenas quantidades (menos de 200 litros/dia), para um laticínio ou cooperativa, geralmente não é um bom negócio. O preço pago por pequenas quantidades não cobre o custo de produção do leite e isso está sobejamente comprovado.

Para pequena produção a alternativa é agregar valor ao leite, mas é preciso se entender bem o que seja “agregar valor”. Agregar valor significa vender o litro de leite por um preço compensador.

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O que deu errado com meu queijo?

Ao fazer queijo podemos nos deparar com alguns “probleminhas” porém não se assuste, isto pode acontecer até aos mais experientes. Se você é perfeccionista, não fique frustrado, pois há muitas variáveis envolvidas, as vezes imprevisíveis, cada partida de queijo pode se comportar de maneira diferente, mesmo fazendo a mesma receita repetidamente.

Vejamos o que pode dar errado, quais as suas possíveis causas e como podem ser corrigidas, as vezes na mesma partida e outras somente nas partidas seguintes. Sabendo a causa podemos evitar que se repita.

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Uso de prateleiras de madeira para a maturação de queijos

Tradicionalmente, há séculos,  os queijos são maturados em prateleiras de madeira, pois este é um material natural e mais facilmente disponível.

A justificativa para este uso parece ser a porosidade da madeira, que no início da maturação absorve a umidade do queijo e quando a casca é formada, a umidade retida na prateira, ajuda que a casca não rache.

A madeira também forma o que chamamos de biofilme, que é um misto de microrganismos que são transferidos do queijo para a madeira e que se utilizam de resíduos desprendidos  do queijo para se multiplicarem.

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A Etiel deseja a todos um Feliz e Próspero 2015 !
 


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terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Cristais do Queijo

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Gramado, 23 de dezembro de 2014.    Boletim N° 46
 
 
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Cristais do Queijo

Os cristais do queijo, que antes eram considerados um grave defeito, mais e mais estão atraindo os consumidores, pois é uma característica que indica um longo período de maturação.

Para os leigos os cristais são definidos como aquelas “coisas crocantes” encontrados nos queijos italianos, como o Parmesão e outros, semelhantes a grãos de açúcar. Para os mais atentos, a sua presença está associada a um sabor ousado e apurado, de um queijo extra envelhecido. São os cristais do aminoácido tirosina e os cristais de lactato de cálcio.

Muitas pesquisas foram feitas para descobrir como evitar esta “suposta falha” e felizmente estas publicações são mais voltadas para a produção industrial de queijos, pois nas indústrias o receio é que as formações esbranquiçadas dos cristais possam ser confundidas com colônias de fungos, o que seria extremamente prejudicial para os negócios.

Na produção industrial de alguns queijos, as cristalizações podem ser aceitas como nos queijos italianos de longa maturação, porém em outros, como no gouda, ou cheddar, principalmente para os produzidos para posteriormente serem processados, as cristalizações não são permitidas.

Nos grandes laticínios, há recursos que impedem ou controlam a formação de cristais tais como, diminuindo o teor de lactose no leite (o que reduz a formação de lactato) ou utilizando uma cultura láctea específica com baixa quebra das proteínas, o que libera o aminoácido tiroxina. Há também o recurso de embalar o queijo hermeticamente, para que não perca a umidade, porém a embalagem fará com que a cultura láctea não se desenvolva como deveria. Ressalta-se que estes artifícios causarão uma perda considerável no o sabor do queijo industrializado.

Na produção artesanal de queijos, em que os artifícios industriais não são viáveis e/ou, desejáveis, pois se prima pela utilização de métodos naturais de produção, a formação de cristais é um processo normal que ocorre durante a maturação e não é uma característica que deprecia o queijo e sim é um diferencial positivo que confere sabor, textura e é também um indicativo que o queijo foi envelhecido naturalmente.

Como se formam os cristais?

Um queijo recém produzido, possui um certo teor de umidade onde estão solubilizados os sais de cálcio e os sais da tirosina. A medida que o queijo perde esta umidade, o que ocorre durante a maturação, estes sais não possuem mais a umidade para estarem solúveis e ocorre a precipitação dos mesmos, na forma de cristais. Estes cristais se depositam nos espaços resultantes da acomodação da massa do queijo, durante a prensagem, nas olhaduras ou mesmo na superfície do queijo. Normalmente quando lavamos um queijo de longa maturação, estes cristais formados na superfície são removidos.

Então se algum cliente ou convidado comentar sobre aqueles pontos crocantes do seu queijo, esclareça que isto é perfeitamente normal em um queijo feito artesanalmente, de longa maturação e que estes cristais deixam o queijo mais saboroso. Poderá também esclarecer sobre o tempo de dedicação dispendido para que aquele queijo ficasse tão especial.

 


Faça Iogurte e .... queijo, no mesmo tanque!


 

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Queijo Serrano é a solução para a crise do leite?

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Gramado, 16 de dezembro de 2014.    Boletim N° 45
 
 
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Queijo Serrano é a solução para a crise do leite?
Carlos Reinaldo Mendes Ribeiro
Professor de Administração – Sanitarista – Empresário - Escritor

 
As crises têm diversos aspectos e dificilmente serão solucionadas através de um produto, por mais importante que ele seja.

No caso da crise do leite sua solução não se resume em fazer investimentos em instalações e equipamentos, para produzir um queijo que está sendo tardiamente reconhecido como um patrimônio da nossa cultura.

A crise envolve pequenas propriedades rurais, geralmente restritas a uma família empobrecida, por ter sido explorada por um sistema escravagista que obriga a entrega do leite a um preço vil a empresas industriais, algumas delas travestidas de cooperativas.

Acenar como solução um produto agora legalizado, que envolva endividamento para ser feito é algo que o bom senso condena, principalmente nas condições atuais da economia brasileira.

Como o leite nestas propriedades geralmente está sendo gerado em condições satisfatórias, a agregação de valor deve ser feita de tal forma que a comercialização do produto financie o investimento, ou seja, autossustentável.

Gradativamente o produtor rural irá conquistando consumidores, acertando seu produto com as condições do mercado, e dominando a tecnologia de produção racional do mesmo.

Produção racional implica em não se limitar a um produto e, no caso do Queijo Serrano, o soro deve ser convertido em bebida láctea que é até mais lucrativa do que o próprio queijo.

Faz parte desta racionalidade utilizar a Internet para, através de uma Loja Virtual, que é gratuita, abrir novos clientes, não só para derivados do leite, como também oferecendo os diversos itens que são desperdiçados em uma propriedade rural, tais como, frutas, verduras, ovos, e tantos outros.

A legalização do Queijo Serrano é restrita a poucos municípios, mas é ponto de partida para a libertação dos produtores de leite, abrindo caminho para outros derivados, em especial o iogurte que é altamente lucrativo, facilmente comercializável e não implica em investimento.


Produtor Rural, faça o leite dar muito lucro
 

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Produtor rural faça 12 litros de iogurte por dia e ganhe R$1.530,00 por mês.

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Gramado, 09 de novembro de 2014.    Boletim N° 44
 
 
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Produtor rural faça 12 litros de iogurte por dia e ganhe R$1.530,00 por mês.

Com um insignificante investimento, o produtor rural pode iniciar o processe de adicionar valor ao leite, e dai por diante o processo se autofinancia e gera excelente lucratividade.

Vamos fazer uma comparação entre o preço por litro do iogurte industrializado e o preço que pode ser comercializado facilmente o iogurte processado artesanalmente:

 
Iogurte industrializado   170g

 litro

Iogurte Nestle Natural 170g R$ 1,99

R$ 11,70

Iogurte Danone Natural Integral 170g R$ 1,93 R$ 11,35
Iogurte Natural integral Paulista 170g R$ 1,31 R$ 7,70
Iogurte Natural Cremoso Integral Batavo 170g R$ 1,35 R$ 7,94
Iogurte Natural Batido Integral Ati Latte 170g R$ 2,12 R$ 12,47
Iogurte Natural Vigor 170g R$ 1,35 R$ 7,94
Preço de venda do iogurte artesanal   R$ 4,90

Por este preço o produtor rural estará vendendo o litro de  leite processado por um valor líquido excelente, como demonstramos a seguir:

Cálculo da lucratividade

Quantidade de leite processado 12 litros
Embalagem para litro de iogurte R$ 0,53
Fermento YF 812 da Christian Hansen R$ 0,12
Leite gasto para fazer 1 litro de iogurte 1 litro
Custo do litro de iogurte embalado R$ 0,65
Quantidade de iogurte produzida 12 litros
Preço sugerido de venda do litro de iogurte R$ 4,90
Receita diária pela venda do iogurte R$ 58,80
Gasto diário com o iogurte vendido R$ 7,80
Lucro diário gerado pela venda R$ 51,00
Receita bruta mensal R$ 1.764,00
Receita líquida mensal R$ 1.530,00 

Praticando o preço por litro de iogurte de R$4,90 será facílimo colocar o produto em hotéis, pousadas, restaurantes e refeitórios, todos eles consumidores finais.

Entre em contato conosco e daremos informações complementares e proporcionaremos todo nossos apoio para realizarmos este propósito.



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quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Fornecimento de leite à empresas processadoras

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Gramado, 02 de novembro de 2014.    Boletim N° 43
 
 
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Fornecimento de leite à empresas processadoras
 
Os produtores de leite precisam diversificar seu mercado consumidor, hoje restrito à laticínios e cooperativas, ampliando o fornecimento para hotéis, pousadas,  restaurantes e supermercados, equipados adequadamente para pasteurização e processamento de derivados de leite e que sejam liberados pela vigilância sanitária para este propósito.
 
Esta diversificação  racionaliza e qualifica a fabricação de derivados de leite, com excelente resultado para as partes envolvidas e evidente redução de custo para os consumidores finais, que mais não seja , pela supressão de intermediários desnecessários.
 
Mediante esta racionalização, o produtor de leite poderá vender o litro de leite por R$1,80 (um real e oitenta centavos), valor significativamente superior ao R$1,00 que, em média, vem sendo praticado pelos atuais compradores.
 
Com o leite comprado a R$1,80 é possível se obter alta lucratividade produzindo derivados de leite, tais como, por exemplo, queijos frescais e bebida láctea, ambos de comercialização imediata.
 
A Etiel pode fornecer ao novo beneficiador de leite o equipamento e treinamento para produção de queijos frescais, e bebidas lácteas, comprometendo-se a fornecer os insumos necessários, através de sua Loja Virtual.
 
Para visualizar o demonstrativo financeiro, clique aqui.

 

 

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