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Gramado, 04 de agosto de 2014. Boletim N° 26 |
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Facilitando a produção dos queijos artesanais brasileiros
Colocados na clandestinidade e abandonados à própria sorte, os queijos artesanais brasileiros estão, agora, recebendo a devida atenção por parte de diversas organizações, preocupadas em preservar nosso patrimônio cultural.
Muitos trabalhos de pesquisa acadêmica tem demonstrado o equívoco de serem estabelecidos padrões de controle totalmente inviáveis e desnecessários. Certamente Minas Gerais lidera o movimento de resgate deste nosso patrimônio abandonado. A Etiel, tradicional fabricante de equipamentos para pequenos produtores de derivados de leite, está pesquisando e desenvolvendo diversas alternativas racionais e viáveis para serem utilizadas por fabricantes dos nossos queijos artesanais.
Sem violentar os processos tradicionais, verdadeiro patrimônio que precisa ser respeitado, se sugere recursos tais como:
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Utilização de um tanque de aço inoxidável para processamento de queijos artesanais feitos de leite recém ordenhado e que facilita a remoção do soro e pode ser utilizado para coleta do “pingo”;
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Para cortar a massa, no sentido vertical e, depois no horizontal, se propõe uma lira de aço inoxidável, que com a mudança de posição do cabo, executa as duas funções;
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A agitação fica facilitada e, é mais eficaz, quando se usa um agitador manual feito de aço inoxidável e que produz turbilhamento;
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No caso de queijos que sofrem alguma forma de prensagem, se sugere um sistema que aproveita recipientes PET de água mineral e permite uma prensagem contínua e regulável.
Colabore com esse propósito, sugerindo outros recursos que possamos desenvolver para ajudar na produção dos nosso valiosos queijos tradicionais.
Envie sua sugestão pelo e-mail etiel@etiel.com.br
O que fazer com o leite produzido?
Depende da quantidade produzida. Vender pequenas quantidades (menos de 200 litros/dia), para um laticínio ou cooperativa, geralmente não é um bom negócio. O preço pago por pequenas quantidades não cobre o custo de produção do leite e isso está sobejamente comprovado.
Para pequena produção a alternativa é agregar valor ao leite, mas é preciso se entender bem o que seja “agregar valor”. Agregar valor significa vender o litro de leite por um preço compensador.
Os queijos artesanais feitos de leite de boa qualidade, recém-ordenhado, constituem uma alternativa interessante e viável e implicam em baixo investimento que pode ser pago pela comercialização do que é produzido.
No caso de queijos feitos de leite pasteurizado, o investimento é um pouco maior, mas também é autofinanciado pela comercialização do produto.
Outra alternativa excelente é a produção e comercialização de iogurte, um produto altamente lucrativo e de fácil processamento. Muito outros derivados de leite podem ser produzidos com ótima agregação de valor.
É muito fácil produzir derivados de leite de boa qualidade e dá menos trabalho e custa menos do que produzir de forma improvisada e que não agregue valor adequado. Antes de investir em equipamento, e iniciar a produção, é preciso analisar o mercado e definir a comercialização.
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